Infância Missionária
A
Pontifícia Obra da Infância Missionária já possui uma boa caminhada em nível
mundial. Foi fundada em 19 de maio 1843, por Dom Carlos Forbin Janson, Bispo de
Nancy, França.
A
motivação principal para a sua fundação foram as cartas e notícias que missionários,
principalmente da China, escreviam ao bispo Dom Carlos, contando a realidade
triste e dura das crianças dos países de missão: doenças, mortalidade,
analfabetismo, abandono... Diante destes problemas, Dom Carlos Forbin Janson
teve a idéia original de empenhar as próprias crianças da França na solução dos
problemas dos colegas da China. Foi assim que, ajudado pela jovem Paulina
Jaricot, fundou a Obra da “Santa Infância”, chamada, mais tarde, de Infância
Missionária. Esta Obra devia suscitar o espírito missionário universal nas
crianças e adolescentes, desenvolvendo seu protagonismo na solidariedade.
O lema
do fundador expressa claramente o espírito que caracteriza a Infância
Missionária:Ajudar as crianças por meio das crianças, ou criança
evangeliza e ajuda criança.
Trata-se
realmente de um serviço em favor da animação e formação missionária das
crianças, para que, desde já, cooperem na evangelização universal, sobretudo
das crianças, repartindo os bens materiais.
A Obra
Pontifícia da Infância Missionária conseguiu
um grande desenvolvimento e expansão. Hoje se encontra em 110 países dos cinco
continentes, e sua ação beneficia milhões de crianças.
No
Brasil, a Infância
Missionária chegou em 1858. Após um bom acolhimento, houve um período difícil,
voltando a se reorganizar em 1955. O Encontro Latino-Americano da IM, realizado
em Cali (Colômbia), em 1993, foi fundamental para reanimar a POIM (Pontifícia
Obra da Infância Missionária) no Brasil. Atualmente a IM se encontra organizada
na maioria das dioceses do país.
POR QUE A INFÂNCIA MISSIONÁRIA
Nas
comunidades eclesiais sente-se a necessidade de algo novo e mais eficaz para a
educação cristã e pastoral das crianças e dos adolescentes. Nesta idade, eles
já precisam ser educados à pertença e ao engajamento responsável em suas
comunidades.
É
preocupante o fato de muitos adolescentes colocarem um ponto final em sua
participação e compromisso com a Igreja, após receberem a Crisma. Diante disso,
surge a pergunta: qual o motivo disso: a família? Os meios de comunicação?
Falta de uma boa pedagogia catequética? O que mais?
Os
motivos são muitos e nada fáceis de serem detectados, mas a IM pode
ajudar a inverter essa tendência, pois sua pedagogia global visa formar
crianças comprometidas, protagonistas, missionárias em suas comunidades, tendo
sempre o olhar voltado para os vastos horizontes da missão além-fronteiras.
O QUE FAZ?
A
Infância Missionária tem as seguintes finalidades:
•
Ajudar pais, educadores e catequistas a despertar nas crianças a consciência
missionária universal.
•
Promover o espírito missionário universal entre as crianças, levando-as a
partilhar sua fé e os meios materiais com as crianças das regiões mais
necessitadas em todo o mundo.
•
Despertar vocações missionárias.
AS QUATRO DIMENSÕES OU ENCONTROS DA IM
Em sua
mística e metodologia, a Infância Missionária desenvolve quatro dimensões
fundamentais:
1. Realidade missionária: (1ª semana). Trata-se de um encontro de estudo. Para ser bom missionário é necessário ter boa formação.
2. Espiritualidade missionária: (2ª semana). Trata-se de um encontro de celebração, interiorização e vivência.
3. Compromisso missionário: (3ª semana) É um encontro ocupado por atividades missionárias
4. Vida de grupo: (4ª semana) O quarto encontro é dedicado à avaliação do mês, à vivência da fraternidade no grupo, de preferência com a presença dos pais.
1. Realidade missionária: (1ª semana). Trata-se de um encontro de estudo. Para ser bom missionário é necessário ter boa formação.
2. Espiritualidade missionária: (2ª semana). Trata-se de um encontro de celebração, interiorização e vivência.
3. Compromisso missionário: (3ª semana) É um encontro ocupado por atividades missionárias
4. Vida de grupo: (4ª semana) O quarto encontro é dedicado à avaliação do mês, à vivência da fraternidade no grupo, de preferência com a presença dos pais.
"De todas as crianças do mundo, sempre amigas"
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